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Governo lança estratégia a 15 anos para garantir resiliência hídrica ‘Água que Une’

A segurança no abastecimento às populações, à agricultura e aos restantes setores económicos, o restauro de rios e ecossistemas, a criação de reservas estratégicas de água, a interligação de sistemas, e a Inteligência incide sobre a promoção da inovação e o uso de metodologias e tecnologias modernas para atingir o objetivo da sustentabilidade ambiental e económica.


A estratégia divide-se em nove grandes planos estruturantes: um programa nacional para a Redução de Perdas de Água; o programa para a Reutilização de Água Residual Tratada; o programa para a inovação e Digitalização do Ciclo da Água; o Plano para a Reabilitação e o Restauro de Rios e Ribeiras; o programa para o Reforço do Armazenamento de Água; o programa para a eficiência dos empreendimentos hidroagrícolas; o programa para gerir o Abastecimento ao polo industrial de Sines; e o programa para a Resiliência Hídrica do Alentejo.

Entre as ações concretas a realizar estão desde a construção de novas barragens, interligação, charcas e reservatórios de água, à reabilitação e modernização das redes, visando combater as perdas de água.

Estão previstas ações visando promover a resiliência hídrica nas regiões do país mais afetadas pela seca e escassez, tais como o Algarve e o Alentejo Litoral, mas também para potenciar a capacidade agrícola e industrial de outras partes do território, garantindo estabilidade aos investimentos já efetuados.

O texto apresenta a Estratégia Nacional "Água que Une", lançada pelo governo português, com o objetivo de garantir a resiliência hídrica do país ao longo dos próximos 15 anos. A estratégia foi apresentada em Coimbra pelo primeiro-ministro Luís Montenegro e ministros do Ambiente e Energia, e da Agricultura e Pescas. O plano prevê um investimento de cerca de cinco mil milhões de euros até 2030, com um segundo ciclo que se estenderá até 2040.

A estratégia é fundamentada em três eixos principais: eficiência, resiliência e inteligência. Com base em um diagnóstico da situação hídrica nacional, a estratégia inclui cerca de 300 medidas que visam aumentar a disponibilidade de água em mais de 1.000 milhões de metros cúbicos. As ações propostas incluem a redução de perdas nas redes de abastecimento, a reabilitação de reservatórios, a reutilização de águas residuais tratadas e a adaptação às alterações climáticas.

Além disso, a estratégia é dividida em nove planos estruturantes, que abrangem desde a redução de perdas de água até a resiliência hídrica em regiões mais afetadas pela seca, como o Algarve e o Alentejo Litoral. O objetivo é garantir a segurança no abastecimento de água para a população, agricultura e setores econômicos, promovendo a sustentabilidade ambiental e econômica.

(Redacção|Foto de publicação)
 

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